sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Fique bem...

Olá, último artigo do ano, vejam que é interessante...

http://www.administradores.com.br/informe-se/economia-e-financas/qualquer-um-pode-ganhar-muito-dinheiro-afirma-trader-americano/36679/

Ótimo 2011 a todos que até então estiveram conosco, que em 2011 possamos obter muito sucesso. SASP a todos: Saúde, Amor, Sexo e Prosperidade, este brinde pertence aos amigos Ivan e Marcelo da www.pronuncia.art.br

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Renovação...

Já tava na hora de dar uma passadinha por aqui, tenho certeza de que em 2011 as coisas serão mais intensas, portanto, muito mais produtividade, o que é muito legal. Deixo um cartão apenas para desejar-lhes um ótimo 2011, em breve estarei de volta...

Acessem, e vejam minha participação no comercial da BMW...kkk...

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Vendedor de Sapatos...

Uma fábula antiga, apenas para descontrair...
Um fabricante de calçados de Hong Kong ficou pensando se haveria mercado para seus produtos numa ilha distante do Pacífico Sul. Assim, enviou ao local um anotador de pedidos, que, depois de um exame superficial, respondeu: "O povo aqui não usa sapatos. Portanto, não há mercado". Não satisfeito, o fabricante de Hong Kong mandou à ilha um vendedor. Adepto de um estilo antigo, este vendedor assim se manifestou: "O povo aqui não usa sapatos. Portanto, o mercado é enorme". Receoso de que o vendedor tivesse ficado impressionado pela visão de tantos pés descalços, o fabricante despachou mais uma pessoa, um vendedor alinhado com as ferramentas de marketing. Este profissional...
Para refletir: O que teria feito este profissional? O que você faria caso fosse você o responsável por orientar o fabricante quanto a investir ou não naquele mercado?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O que os jovens Profissionais de Marketing precisam saber?

Vontade de aprender e resultados pesam mais do que uma boa faculdade na hora da contratação

Estudar em uma boa faculdade é o suficiente? Inglês fluente é um diferencial? Que cursos extracurriculares fazer? Experiência em estágio é essencial? Essas e outras questões rodeiam a cabeça dos profissionais que dão os seus primeiros passos no mercado. Porém, o que esses jovens devem ter em mente é que a vontade de aprender e contribuir com garra e idéias novas contam mais do que um currículo recheado na hora de conseguir o primeiro emprego.

O problema é que muitos jovens que entram no mercado de trabalho unem inexperiência com prepotência e preguiça, combinação fatal para qualquer carreira. “As pessoas devem entrar nas empresas com a manga erguida. Se elas chegarem com preguiça não vão se dar bem. Esse é um problema da geração Y, muitos querem ser gerentes sem antes executarem o que precisam para conquistar espaço”, afirma Adriana Cambiaghi, executiva da Robert Half, empresa de recrutamento.

Nesse início, o que deve importar para os profissionais é o aprendizado, não o dinheiro. Humildade para aprender é vista com bons olhos pelos gestores, bem mais do que ambições financeiras. “Quem está começando não pode pensar só no dinheiro. Ele tem que vir aberto para contribuir e aprender, independente do que vá fazer. As pessoas têm que estar mais abertas para se desenvolverem”, afirma Mariângela Cifelli, Gerente da Divisão de Talent da Page Personnel.

Universidade X Experiência profissional
Ter experiências profissionais anteriores é um fator muito importante. Mesmo que esses trabalhos não tenham sido estágios na área, eles servem para mostrar a vontade e o engajamento dos jovens. “Já ter trabalhado mostra que esse jovem é diferente dos outros que fogem do que é chato, que têm medo de começar de baixo. Mas se você não passar por isso não vai aprender a resolver coisas maiores no futuro”, afirma Amália Sina, CEO da Sina Cosméticos.

Em alguns casos a experiência profissional vale como diferencial, mesmo que a faculdade em que a pessoa tenha se formado não seja tão reconhecida. “Se o profissional fez uma faculdade de primeira linha e não teve experiências profissionais de realização e entrega de resultados, esse perfil tende a ser esquecido. Por outro lado, uma pessoa que corre atrás tende a se destacar”, afirma Adriana, da Robert Half.

Além do terceiro grau, para trabalhar na área de Marketing os cursos de línguas são praticamente obrigatórios. O inglês, antes considerado um diferencial, hoje é quase tão elementar quanto o português. “Dizer que fala e escreve bem o português e o inglês é a mesma coisa que dizer que é honesto”, comenta Amália Sina sobre o quanto essas características são elementares. “Também não vale dizer que é intermediário. Saber intermediário é a mesma coisa que nada. Não vale para o currículo”, completa Amália.

Comportamento do candidato
O conhecimento de qualquer idioma vale mais ainda quando vem acompanhado de uma experiência no exterior, seja com passeios, intercâmbios de trabalho ou estudantil. “Depois que ele já estiver trabalhando na área é bom se especializar com um curso de inglês para Business. No início não é essencial, mas depois pode ajudar bastante”, afirma Danielle Martins, Gerente da divisão de Vendas e Marketing da Page Personnel. Com a exigência do inglês, o espanhol passou a ser um diferencial, além de estritamente necessário quando a empresa almejada negocia com nossos vizinhos.

Outros cursos extracurriculares também são bem vindos, mas também não são essenciais. Eles podem servir como forma de mostrar aos estudantes áreas de possíveis atuações, mas também podem ser interessantes como forma de complementar sua atuação depois que eles já estiverem encaminhados em uma determinada área.

Mesmo com um currículo impecável, na hora da entrevista de emprego, a personalidade e o comportamento do candidato são os itens mais avaliados. Por isso, são válidos aqueles velhos conselhos como usar uma roupa bem arrumada, porém, simples e discreta, além do “seja você mesmo”, já que o perfil do candidato requisitado depende muito da necessidade de cada empresa. “O que os jovens devem ter em mente é que serão recrutados para agregar energia, trazer novas tendências, dar ideias fora da caixa”, afirma Adriana Cambiaghi.

autor: Rayane Marcolino
fonte: http://www.mundodomarketing.com.br

sábado, 11 de dezembro de 2010

logo volto...

Sim, é um texto muito diferente, mas é algo espontâneo...

Confuso...

E pensar em tudo que já passamos, e pensar em tudo o que ainda estamos por passar, e pensar que a vida ainda pode ser muito melhor, e pensar que tudo pode ter sido uma grande ilusão, ou que tudo tenha sido a real necessidade de relacionar algo, correlacionar. Quando tudo está assim, confuso, o melhor que temos a fazer, bom não posso dizer o que é o melhor a se fazer, afinal, o confuso sou eu.
Quantas fases me trazem até aqui? Quantas fases eu já passei para estar aqui? Fases, fases, fases... quando à noite ela surgia...fases

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Apagão de Talentos...

Fala-se muito do apagão de talentos, concordo, bom mas quem sou eu para concordar? Enfim, vou expressar minha opinião. Concordo sim que há o apagão de talentos e, continuará o mercado enfrentando dificuldade de encontrar mão-de-obra especializada. Especializada e não-especializada, a dificuldade de mão de obra vai ser uma constante. As empresas terão de se ater para não perder seus talentos, valorizar os que já têm, sem têm. Valorizar os talentos vejo que é uma das coisas mais difíceis que os empresários enfrentam, pelo menos é o que vejo com alguns dos quais conheço. Ao limiar de perder um bom profissional vêm as ofertas de melhores salários, de mais benefícios, de oferecimentos que até então não eram possíveis, por quê? Por quê não aproveitar para reconhecer quando as coisas ainda estão acontecendo, por quê esperar para que as relações entrem em ruínas para reconhecer que determinado funcionário é talentoso? Falei de salário, mas quantas vezes o que a pessoa espera é nada mais do que gratidão? Sim, sei que trata-se de uma relação de negócios, mas todo bom negócio preza e muito pelo bom relacionamento. Portanto, valorizem seus talentos, aproveitem o que têm nas mãos.
Mas há também outra realidade, ao mesmo tempo que faltam talentos, parece que faltam oportunidades a estes talentos. É discrepância, mas é assim que vejo.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Só com mudanças as empresas se salvam


As empresas que resistiram às inovações mercadológicas, servindo como casa de repouso para seus executivos acomodados, não sobreviverão ao atual estágio do mercado.

A hesitação demasiada de muitos empresários e executivos para efetuar modificações organizacionais inevitáveis, exigidas pela evolução competitiva, está provocando o fracasso de inúmeras empresas. Mesmo com as vendas em queda e perda de mercado muitos ainda persistem em continuar utilizando tecnologias obsoletas, sistemas administrativos ineficientes e equipe sem qualificação.

É crucial dar atenção aos fatores que, na última década, estão forçando as empresas a mudar seus procedimentos: a globalização da economia, as exigências de qualidade, concorrência, novos produtos, terceirização.

A globalização da economia passou a exigir maior capacidade competitiva de todas as empresas. O mercado das empresas é o mundo inteiro: de carros a computadores, todos são distribuídos mundialmente. Nenhuma empresa pode pensar seu modo de atuação regionalmente, pois de alguma forma será afetada pelas políticas mundiais de comércio. Se ela não conquistar novos mercados, os concorrentes virão para cá e tomarão seu espaço.

As exigências de qualidade também modificaram os comportamentos empresariais. Consumidores, empresas e indivíduos exigem de seus fornecedores qualidade dos produtos, e nas relações empresas-mercado comprometimento ecológico e social...
As negociações tornam-se mais difíceis, os clientes exigem preço e qualidade. Os compradores tornaram-se exigentes e impõem requisitos que apenas fornecedores organizados e competentes conseguem atender. Os demais fornecedores, que possuem um fraco sistema de marketing, estão decretando sua exclusão do mercado paulatinamente. Ou as empresas tornam-se competitivas ou fecham!

Administradores tiveram que modificar seu modo de pensar para adaptarem-se a essa nova realidade. A estrutura das organizações teve que ser modificado para que cada função ou departamento funcione como um elo de um sistema de desenvolvimento e distribuição de produtos e serviços. Cada departamento contribuindo para agregar valor ao produto final. A estrutura piramidal passou a não funcionar dentro desse esquema, sendo substituída por uma estrutura linear, ou matricial, composta por diversas unidades de serviço.

O trabalho em equipe passou a ser fundamental para o sucesso da organização e cada indivíduo passou a ver seu companheiro como um cliente. Cada profissional teve que buscar possuir uma visão generalista para entender a importância de sua função dentro da organização e do mercado.

A empresa que resistiu a essas inovações mercadológicas e às tecnológicas, servindo como casa de repouso onde se recebe um salário no final do mês para executivos acomodados, passou a não sobreviver neste cenário. E aquelas que ainda insistem em resistir, ganharam uma sobrevida apenas.

Ou mudam ou desaparecem.

Fonte
SANTANA, José. Só com mudanças as empresas se salvam. [S.l.: s.n].

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Frase...

"Sempre que lhe perguntarem se voce pode fazer um trabalho, diga sim e, imediatamente, concentre-se em aprender como se faz"
Franklin D. Roosevelt (1882-1945) ex presidente dos EUA.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

More pictures..





























Estas sao algumas imagens nossas mesmo, apenas para atualizar, quando voltar farei da maneira correta, mais organizado.
Mas segue o observatorio de Arecibo (maior do planeta), com o nobel Josef H Taylor Jr., e o forte El Morro.










terça-feira, 16 de novembro de 2010

Old San Juan - Puerto Rico...

Porto Rico (em espanhol: Puerto Rico), oficialmente Estado Livre Associado de Porto Rico (espanhol: "Estado Libre Asociado de Puerto Rico") é um território autonômo dos Estados Unidos, localizado na parte oriental do mar das Caraíbas, a leste da República Dominicana e no oeste das Ilhas Virgens. Porto Rico é composto por um arquipélago, que inclui a ilha principal de Porto Rico e uma série de ilhas menores, a maior das quais são Vieques, Culebra e Mona. A ilha principal de Porto Rico é a menor em área terrestre e a menor em população entre as quatro Grandes Antilhas, que também incluem Cuba, Hispaniola e a Jamaica.











É um lugar de belezas naturais, excepcionalmente bonito. Vale muito a visita. Pena o servico local, que deixa um pouco a desejar, é preciso um pouco de paciência na hora de sair para comer ou beber. O preco é acessível, nada extravagante. Poderiam ganhar muito mais com o turismo, repito, se ñ fosse o servico.




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Viagem...

Após longo tempo de preparo, planejamento, e, claro, juntando grana, vamos enfim viajar para o Caribe, embarque hoje mesmo...
Logo postarei mais...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pesquisas mil...

Será que os resultados das pesquisas que vemos são confiáveis? Vimos há pouco que o erro nas pesquisas eleitorais para presidente foi grande. Fica a pergunta: tamanha diferença foi ou não proposital, tinha ou não intenção influenciadora?
Bom, mas não é sobre as eleições meu interesse, comento o tema "pesquisa" para questionar o que vem sendo feito na iniciativa privada. Muitas empresas têm oferecido seus serviços com a justificativa de identificar o posicionamento da empresa/marca frente a concorrência. Até aqui tudo bem, oferecer um serviço faz parte da livre iniciativa do mercado. O que não convém, e que acontece na maioria dos casos, é que tais serviços não condizem com o que é oferecido e não fornecem, quando fornecem, dados confiáveis ao contratante.
Sem contar os péssimos profissionais e desqualificadas empresas, ainda devo citar Francisco A. Madia de Souza, que diz "a velha, estática, pontual e fotográfica pesquisa de mercado está morta". Ou seja, não podemos mais questionar se o cliente gosta ou não de determinada marca, se conhece, quais suas experiências, etc. O que deve ser feito é apenas observar, analisar seus hábitos, costumes, relacionamentos, tudo muito mais fácil hoje, é a chamada Inteligência de Mercado, "nesse sentido, o monitoramento e o acompanhamento sensível e inteligente das redes sociais tornam-se uma providência obrigatória".
Enfim, no momento optei por não mais confiar em muitas das pesquisas que me são ofertadas, mesmo como espectador, afinal, quando alguém divulga um dado ele tem um cliente para aquele dado, o público de modo geral.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Evitando o Precipício...

O título sugere que evitaremos o precipício por meio de algumas ferramentas, mas na verdade eu prefiro, prevendo o precipício, pois Colins aponta 5 formas de identificar quando a sua empresa está se encaminhando para ele, o precipício. Boa leitura!
Como já diz o ditado: “é necessário um mar revolto para forjar um grande capitão”. E justamente partindo desta premissa, o administrador e consultor Jim Collins criou a sua recente obra “Como os gigantes caem”, na qual retrata como organizações líderes em suas áreas podem despencar da excelência para a irrelevância.

Diferentemente do imaginário comum, o autor acredita que as empresas não caem por uma questão de complacência ou preguiça. “Ao analisar as evidências, comprovamos que em um declínio, o padrão principal é extrapolar os limites”, avalia Collins em entrevista à revista argentina Gestión.

Mas extrapolar os limites torna-se subjetivo demais para o mundo dos negócios. Por isso, Collins acredita que “se tivesse de escolher um indicador que me dissesse se estou no caminho certo ou na curva de declínio, é óbvio que analisaria o retorno sobre o investimento, a retenção dos clientes e o fluxo de caixa, mas o que mais estudaria seria o percentual de postos-chave ocupados pelas pessoas certas, se ele aumenta ou baixa”.

Para evitar a queda ao precipício, a obra do autor pontua 5 sinais vitais de um possível declínio. São eles:

1) Excesso de confiança por um sucesso conquistado

De acordo com o estudo realizado para o livro, a crença de que uma estratégia bem-sucedida não deve ser renovada pode causar grandes prejuízos. Administradores que inovaram de forma contínua o modelo de negócio conseguiram superar aqueles que estagnaram em velhos modelos, que uma vez foram eficientes.

Um estudo de caso neste item é a Motorola, que mesmo diante dos avanços dos aparelhos celulares, continuou apostando no sucesso do StarTac.

2) Busca desordenada pelo crescimento

Normalmente, as companhias de sucesso investem em diferentes frentes ao mesmo tempo, na tentativa de acelerar o crescimento e superar a própria gestão. Este pode ser o vilão de muitas organizações, quando a companhia cresce mais rápido do que sua habilidade de preencher as posições-chave com as pessoas certas.

Alguns sinais de que a empresa está caminhando para esta direção são negligência do corebusiness, investimento em segmentos onde não é líder, apostar em ações que vão além dos recursos financeiros, entre outros.

Um caso mencionado na obra foi o da Varejista Ames, que para competir com a Wall-Mart decidiu que dobraria de tamanho em apenas 12 meses. Para isso fez uma aquisição gigantesca e desastrosa.

3) Negação do risco

Quando as empresas sofrem de miopia e começam atrelar resultados ruins a causas externas, como mercado, concorrência, momento, crise, etc, este é um sinal de que não se está avaliando os fatores de insucesso sob o ponto de vista interno da empresa. Isto leva muitas companhias à beira do precipício.

Como foi o caso da IBM, que no limite do negócio de mainframes recebeu um relatório de um dos diretores sobre as ameaças e perigos, que não foi considerado.

4) Corrida pela salvação

De acordo com o autor, ainda é possível evitar a queda se identificá-la até este ponto. Neste estágio, o declínio do negócio, geralmente, já é evidente e as companhias buscam soluções pouco sustentáveis, como líderes visionários, estratégias ousadas não testadas, transformações radicais.

As dicas que Collins dá para os líderes de empresas que estão neste estágio são: foco e cautela.

O case característico desta situação foi quando a ex-CEO da HP, Carly Fiorina, tomou a decisão desastrada de adquirir a Compaq, fusão que não trouxe os resultados esperados e culminou na demissão da executiva.

5) Irrelevância

Este estágio já é o fundo do precipício, em que as companhia já perderam a estabilidade financeira e os talentos, o que pode trazer três consequencias: venda, falência ou insignificância. Prova disto é o caso da Scott Paper, que foi comprada pela líder Kimberly-Clark.

Faça uma reflexão sobre a sua empresa e para cada um dos sinais de declínio monte uma matriz de análise da sua companhia:

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Segundo turno...

Talvez o "povo" esteja acordando para o que não deve acontecer neste país. Não tenho interesse em candidato algum, acontece que não dá mais para apoiar alguém que proclama aos quatro ventos que para ser alguém na vida não é preciso estudar, até para ser presidente não é preciso de diploma. É óbvio que não, ter diploma não nos qualifica como pessoas melhores, mas nos capacita, nos dá segurança e ferramentas para enfrentar com preparo as adversidades, não nos deixando fazer papel de meros bobos da corte. Tá na hora de acordar mesmo, de refletir e parar de apoiar quem, nem nosso apoio deseja, alguém que quer apoio para o, então, antigo presidente, Lula. Quem é Dilma? Sombra de quem mesmo?

É bom pensarmos à respeito.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ponto FRIO, bota frio nisso!!!

Eu me encontro no meio de um processo muito complicado. O que para muitas pessoas é uma tarefa agradável, para mim no momento está sendo uma "tormenta"...está bem, exagerei um pouco. A história:
Minha televisão queimou na semana passada, não tem conserto. Na verdade o tecnico me disse que o conserto seria tão caro quanto comprar uma nova televisão, então aceitei seu concelho e fui à luta.
Durante dois dias pesquisei na internet por promoções, lançamentos, novas tecnologias, enfim, já que estou na chuva, por que não me molhar um pouco? Encontrei!
No site da "Ponto Frio", havia uma ótima promoção, afinal o "google" fez todo o trabalho de pesquisa para mim, esforço reduzido (tecnologia). Mas pelo site eu teria de esperar pelo menos 5 dias para receber minha televisão, então fui à loja para me certificar se a promoção do site se estendia para os demais canais de venda, e constatei que não, até aqui tudo certo. Eu estava disposto a pagar até um pouco mais para ter o produto no ato, afinal, sem TV não dá. Mas cogitei com o vendedor se eu conseguiria algum desconto, caso contrário optaria pela compra através do site (barganha, pexinxa, essas coisas) então começou:
Vendedor: "mas seu Renato, o Ponto Frio terceirizou o serviço de entrega, você não sabe como o produto pode chegar?" - "Na compra pelo site você não terá as mesmas vantagens de garantia do qeu na loja" - "Quanto tempo demora a entrega?"
Não tive coragem de comprar mais na Ponto Frio, afinal, que garantias tenho eu se o vendedor está super desconfiado da própria empresa?
E ainda não acabou, ao perceber que eu não estava mais interessado em comprar com ele a TV, começou a me tratar mal, fiquei sem entender.
Será que uma rede tão grande quanto a Ponto Frio pode estar tão desinteressada no cliente como no episódio ocorrido comigo na cidade de Rio do Sul, SC? O desalinhamento entre a empresa e seus vendedores é tamanho que, tenho quase certeza de que esta história se repete em outros pontos da rede.
Não dá mais para tolerar que nos dias de hoje, com tamanha concorrência, haja tamanha displicência para com o cliente.
O nome condiz com a realidade - O Ponto é muito FRIO...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Não seja refém do acaso...

Cara... quanta gente comete o erro de não vislumbrar projetos pessoais, ou não imaginar-se em algum trabalho que não o que faz, e quantos casos como o relatado no case abaixo?

Vale refletir...

Por Júlio Sergio Cardozo

Você está preparado para o inesperado? Para viver melhor seu futuro? Tem um plano B para enfrentar o imprevisível?
Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única opção era encontrar uma colocação. E rápido.
Semana passada, ele me liga. A urgência se transformou em desespero. Perdeu a conta de quantos currículos havia enviado, dos contatos que havia travado. Sua incansável busca não havia surtido efeito e me disse: - Julio, quando você está empregado, ofertas de emprego não faltam. Quando você está fora, nem acha esses contatos que um dia tanto cobiçaram o seu passe.... (Continua em http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=1422 )

"Novo" papel do vendedor...

Bom, nem tão novo assim. O vendedor, já há muito deixou de se denominar como tal e passou a ser considerado como um consultor. Muitos se consideram, o que é obvio que não é verdade. Ainda há muita gente desinteressada, que enxerga a atividade de vendas com um "bico" até achar coisa melhor para fazer. Mas aqueles que tem se profissionalizado, tem buscado um relacionamento mais estreito com seus stakeholders, sobretudo seus clientes, estes sim podem ser considerados consultores. O cliente busca a solução para seus problemas, sejam estes da ordem que forem, e quando percebem que podem contar com determinado vendedor, passam a confiar muito nesta pessoa e automaticamente vem o resultado, tanto para o cliente como para o vendedor/consultor.
Abaixo segue um quadro que compara o vendedor ao consultor de vendas.


FUTRELL, C.M. Vendas : Fundamentos e Novas Práticas de Gestão, São Paulo, Saraiva, 2008

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Lojas em postos de gasolina chamam a atenção das grandes redes

Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing 25/08/2010
rayane@mundodomarketing.com.br


Conforto, praticidade e variedade. Esses são os principais motivos pelos quais as lojas de conveniência têm ganhado cada vez mais unidades pelo país. De olho nesse crescimento, grandes redes de food service como Bob’s, Spoleto e Casa do Pão de Queijo, ou até empresas que nada teriam a ver com o conceito inicial de “conveniência”, aproveitam a proximidade do público para alavancar negócios, caso da CVC, da Americanas Express e 5 à Sec.

Além das lojas das próprias distribuidoras de combustíveis como a BR Mania, da Petrobras, e a AM / PM, da Ipiranga, a associação com marcas famosas parece agradar tanto aos donos das lojas e aos consumidores, quanto aos proprietários dos postos. Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro, os postos de combustíveis realizam 2,5 bilhões de operações de abastecimento por ano, com faturamento de mais de R$ 162 bilhões. Quando esses estabelecimentos passam a agregar em seus espaços lojas de conveniência, o resultado pode ser entre 15% e 30% maior.

Criada na década de 1920, nos Estados Unidos, a loja de conveniência foi rapidamente aceita pelo consumidor, que se sentiu atraído pela facilidade de encontrar produtos em horários e espaços fora do varejo tradicional. Hoje no Brasil existem cerca de seis mil lojas desse tipo, o equivalente a uma presença em 17% dos postos do país. Número que deve crescer rapidamente em vista aos investimentos que estão sendo feitos no canal.

Tendências e novidades
“Esse mercado está muito prestigiado e seguindo tendências que não eram esperadas, como a de servir almoço e jantar, o que tem sido o maior investimento das grandes redes”, afirma Luiz Felizardo Barroso, autor do livro “Conveniência & Franchising – O canal do varejo contemporâneo. Franquia de postos de serviços”, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Investindo nessa tendência, está o Spoleto. A rede de fast food italiano possui seis unidades localizadas em postos de combustíveis do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Brasília. “As pessoas procuram ambientes mais tranquilos com benefícios, como chegar rápido e estacionamento, o que muitas vezes é mais fácil de encontrar em postos do que em shoppings”, afirma Renata Rouchou, Diretora de Expansão da Umbria dona das marcas Spoleto e Domino’s Brasil.

Para estar mais acessível ao consumidor, a rede adaptou seus serviços para os espaços das conveniências. Com cerca de 15m² a menos que as unidades tradicionais, as novas lojas não trabalham com a frigideira que os consumidores do Spoleto estão acostumados. Nesse caso, os ingredientes combinados pelo cliente vão ao forno e são gratinados. “Além do custo reduzido, também evitamos o uso do gás no ambiente perto de combustíveis”, explica a executiva.

Localização é fator importante
O lucro nesses pontos-de-venda é menor do que em shoppings, mesmo assim é satisfatório e até surpreendente para a rede que espera estar em 5% das lojas de conveniência de todo o Brasil em cinco anos. “Nossa primeira loja em postos de gasolina começou vendendo R$ 80 mil mensais. Hoje, ela empata com unidades de shoppings, lucrando R$ 100 mil”, exemplifica Renata.

Algumas das unidades do Spoleto estão presentes em “pracinhas” de alimentação nos postos de gasolina. Nos locais com 50 lugares, alguns cafés e redes se juntam em versões menores para oferecer seus produtos aos consumidores. Nesse ambiente, também se encontram algumas lojas do Bob’s. Presente em postos de gasolina desde 1997, a rede possui 53 unidades neste formato.

“Investimos no segmento porque identificamos nos postos a oportunidade de ampliarmos nossa atuação em pontos muito bem localizados”, explica Flávio Maia, Diretor de Desenvolvimento e Franquias da BFFC, controladora da rede de fast food. Pensando ainda em facilidade, principal atrativo dos pontos de conveniência, o Bob’s criou o BExpress by Bob’s, que oferece sanduíches prontos e semiprontos para serem aquecidos na hora.


Além do Food Service
Com 12 unidades do serviço recém-criado espalhadas pelo Rio de Janeiro, a rede fechou ainda negócio com a Shell, que garante exclusividade do serviço em postos da empresa até o fim do ano que vem. Especialmente para ficarem dentro das lojas de conveniência, o BExpress em formato de “torre” facilita o trabalho nos espaços. “Investimos nesse segmento porque o retorno que temos é muito grande. Nossa análise mostra que o Bob’s é responsável por 50% das vendas nas lojas em que está presente”, completa Maia.

Embora o Food Service seja a categoria que traga o maior lucro para os postos de combustíveis, empresas de outros ramos também investem em pontos-de-venda nesses locais. É o caso da CVC. A operadora de turismo presente em shoppings e hipermercados abriu sua primeira unidade de conveniência há três meses.
“Além de atrativos como conforto e segurança, essas lojas são vistas 24 horas por dia e funcionam fora dos horários convencionais”, afirma Rodermil Pizzo, Gerente da CVC e idealizador do projeto que já conta com mais duas outras unidades e deve ganhar outras 10 em breve. “Os resultados obtidos na nossa primeira unidade em um posto foram melhores do que as dos shoppings”, conta Pizzo.


Regularização do setor
Apesar de chamar a atenção do mercado, especialistas garantem que esse segmento ainda engatinha no Brasil. Segundo dados da Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes), enquanto as lojas de conveniência estão presentes em 17% dos postos brasileiros, nos Estados Unidos esse número chega a quase 100%. “Mas não precisamos ir tão longe, na Argentina e no Chile a conveniência está presente em cerca de 50% dos postos”, afirma Flávio Franceschetti, consultor do Sindicom.

Os hábitos dos brasileiros, porém, devem modificar essa realidade. “Estamos alcançando os mesmos índices que os europeus quando o assunto é fazer refeição fora de casa, o que é um benefício para o nosso setor”, completa Renata Rouchou, do Spoleto.

Tendo em vista o crescimento do setor, o mercado busca a profissionalização, a excelência de seus serviços e a seu reconhecimento como um canal diferenciado. Sob as regras que regem o varejo em geral, as lojas de conveniência buscam que o segmento seja especificamente regulamentado. “Isso daria mais status às lojas, já que aquilo que ganha uma lei sempre passa a ter mais importância para a sociedade”, completa Felizardo Barroso.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

José Alencar Gomes da Silva...http://programadojo.globo.com/programa/tag/jose-alencar/

Baita entrevista no Jô ontem, 03/08. Grande personalidade, digno de modelo para muitos. Sua trajetória merece sim um livro, apesar de ele achar que ninguém se interessaria, creio que esteja muito enganado.
Vale à pena vê-la novamente.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Dilma, o quê?

"Dilma já não é mais ROUSSEFF. Formalmente é, mas, no novo rosto, está mais para Dilma Magalhães, Dilma Moraes, Dilma Prado; a guerrilheira renegou o passado às recomendações de marqueteiros fanfarrões.
E a justificativa para os procedimentos a que se submeteu durante suas férias de 3 semanas no final do ano, com "debut" escolhido microcirurgicamente a laser na abertura da feira Couromoda em São Paulo... é que os grandes vencedores nas últimas eleições no país e no mundo também se repaginaram, degeneraram, renegaram o passado, em rostos novos e que não queriam dizer nada além de um ponto de exclamação seguido por um de admiração e espanto."
Bom, este é apenas um trecho do livro Marketing Trends, de Francisco Alberto Madia de Souza, que no segundo capítulo faz, na minha opinião, uma brilhante reflexão sobre a forte tendência dos candidatos em mostrarem um "belo" lado inexistente, ao invés de se mostrarem verdadeiros, autênticos e consistentes, coisa rara de se esperar de algum político hoje em dia. Superficialidade plástica.
Para tanto, reflita!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010

EBITDA

Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization...

"Este indicador mostra a capacidade operacional da empresa de gerar caixa, da eficiência de seus equipamentos, da capacidade de sua equipe operacional, da capacidade de sua equipe de vendas, da eficiência de seus sistemas, de sua localização, do nível de gastos com o overhead, da capacidade do sistema de compras, etc. Em suma, mostra a capacidade operacional da empresa." (Vicente Falconi).

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Telemarketing...

veja como é um atendimento "decente" de um sac...

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Celebração do Dia do Trabalhador...



Estive este final de semana comemorando, junto aos meus colegas de trabalho, o dia do trabalhador. Baita final de semana, muito alegre, divertido e cheio de atividades, que tiveram o intuito de integrar a equipe colaboradora. Parabéns à Costa Pública por esta iniciativa!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Frase do dia

"Não consigo pensar em comprar uma roupa que não dure, é o meu lado masculino, não consigo comprar uma roupa para jogar fora na próxima estação". Coco Channel

terça-feira, 27 de abril de 2010

Gary Hamel na Management

Ao ler uma entrevista com Gary Hamel na Management deste mês, me interessei muito mais por este autor. A matéria cita os problemas da gestão na era da criatividade. Criatividade que conflita com agilidade. Não há mais tempo para se pensar muito, os resultados são cobrados constantemente, porém, busca-se muito e de maneira errada. "As pessoas ainda precisam encontrar sentido para as coisas... o ser humano é assim...é preciso encontrar um sentido mais amplo para o que se faz" Gary Hamel. A busca incessante pelo lucro, e o tendo como único parâmetro de sucesso é insuficiente para o sucesso de uma organização. O autor cita os problemas hierárquicos. "a maioria das empresas utiliza um modelo organizacional quase idêntico ao que foi aplicado na construção das pirâmides do Egito, fora de sintonia com a sociedade".

terça-feira, 6 de abril de 2010

Gerenciar é resolver problemas...

"Problema é um resultado indesejado"... (Vicente Falconi)

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Viajens e Hotéis...

Olá!

Ontem, 23/02, terça feira, me hospedei, com muita sorte pois cheguei já eram 19:00 horas, num pequeno hotel em São Bento do Sul, cidade com pouco mais de 75 mil habitantes, um PIB per capta de mais de R$ 18 mil reais, tem a base de sua economia na indústria moveleira, e outras...
... mas não é da cidade que quero falar... voltamos ao hotel, o nome do hotel é "Eliana".
Deveria me surpreender com os maus tratos pelos prestadores de serviços, sendo que os maus prestadores deveriam ser a exceção e não o contrário, por isso estou escrevendo sobre este pequeno hotel, que se tornou para mim uma referêcia de bom atendimento, oportunizado por gente simples e vocacionada para servir, o que é fantástico, pois longe de casa, é a melhor maneira de se sentir acolhido. Na recepção fui super bem recebido pelo Roberto, o responsável pelo hotel.
Tudo que se espera de um hotel é cama limpa e chuveiro quente, mas neste a limpeza é percebida em todas as áreas, o café da manhã é muito bom. Vejam, isso é normal em muitos hotéis, eu sei, mas a surpresa que tive com este é que além de todo o bom serviço, o preço também é bom. Hoje, 24/02, estou novamente hospedado aqui, sorte novamente que segurei a reserva, pois os hóspedes habituados, lotaram o hotel, e para minha surpresa, servem uma deliciosa sopa, simples gente, mas deliciosa sopa preparada pela esposa do Roberto, lembra dele, o resposável pelo hotel, que às 7 quando deci para o café estava na recepção e agora ainda está lá, trabalhando feliz. Ah... esqueci de dizer, a sopa é cortesia da casa, alguém já viu isso? Em muitos hotéis que vemos por aí, hotéis considerados bons, nem internet fornecem, estou na net do hotel, gratuita também, quanto mais uma sopa daquelas! jantei e muito bem...
Enfim, escrevi este texto só para constar que bons serviços devem ser elevados também pelos clientes, pois é a melhor maneira de se propagar, bons exemplos devem ser seguidos.

Abraços... e ao passar por São Bento, hospedem-se no Eliana, não vão se arrepender.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Volta à escrita...

Foda, tempo é um "bem" super escaço, mas pretendo, logo após a entrega do meu Trabalho de Conclusão do MBA me dedicar mais à leitura e à escrita. Faz bem, muito bem pra gente poder expressar nossas idéias, mesmo que ninguém as leia...rsrs... o importante não é quem as lê mas sim expressá-las. Portanto estou voltando...