Talvez o "povo" esteja acordando para o que não deve acontecer neste país. Não tenho interesse em candidato algum, acontece que não dá mais para apoiar alguém que proclama aos quatro ventos que para ser alguém na vida não é preciso estudar, até para ser presidente não é preciso de diploma. É óbvio que não, ter diploma não nos qualifica como pessoas melhores, mas nos capacita, nos dá segurança e ferramentas para enfrentar com preparo as adversidades, não nos deixando fazer papel de meros bobos da corte. Tá na hora de acordar mesmo, de refletir e parar de apoiar quem, nem nosso apoio deseja, alguém que quer apoio para o, então, antigo presidente, Lula. Quem é Dilma? Sombra de quem mesmo?
É bom pensarmos à respeito.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Ponto FRIO, bota frio nisso!!!
Eu me encontro no meio de um processo muito complicado. O que para muitas pessoas é uma tarefa agradável, para mim no momento está sendo uma "tormenta"...está bem, exagerei um pouco. A história:
Minha televisão queimou na semana passada, não tem conserto. Na verdade o tecnico me disse que o conserto seria tão caro quanto comprar uma nova televisão, então aceitei seu concelho e fui à luta.
Durante dois dias pesquisei na internet por promoções, lançamentos, novas tecnologias, enfim, já que estou na chuva, por que não me molhar um pouco? Encontrei!
No site da "Ponto Frio", havia uma ótima promoção, afinal o "google" fez todo o trabalho de pesquisa para mim, esforço reduzido (tecnologia). Mas pelo site eu teria de esperar pelo menos 5 dias para receber minha televisão, então fui à loja para me certificar se a promoção do site se estendia para os demais canais de venda, e constatei que não, até aqui tudo certo. Eu estava disposto a pagar até um pouco mais para ter o produto no ato, afinal, sem TV não dá. Mas cogitei com o vendedor se eu conseguiria algum desconto, caso contrário optaria pela compra através do site (barganha, pexinxa, essas coisas) então começou:
Vendedor: "mas seu Renato, o Ponto Frio terceirizou o serviço de entrega, você não sabe como o produto pode chegar?" - "Na compra pelo site você não terá as mesmas vantagens de garantia do qeu na loja" - "Quanto tempo demora a entrega?"
Não tive coragem de comprar mais na Ponto Frio, afinal, que garantias tenho eu se o vendedor está super desconfiado da própria empresa?
E ainda não acabou, ao perceber que eu não estava mais interessado em comprar com ele a TV, começou a me tratar mal, fiquei sem entender.
Será que uma rede tão grande quanto a Ponto Frio pode estar tão desinteressada no cliente como no episódio ocorrido comigo na cidade de Rio do Sul, SC? O desalinhamento entre a empresa e seus vendedores é tamanho que, tenho quase certeza de que esta história se repete em outros pontos da rede.
Não dá mais para tolerar que nos dias de hoje, com tamanha concorrência, haja tamanha displicência para com o cliente.
O nome condiz com a realidade - O Ponto é muito FRIO...
Minha televisão queimou na semana passada, não tem conserto. Na verdade o tecnico me disse que o conserto seria tão caro quanto comprar uma nova televisão, então aceitei seu concelho e fui à luta.
Durante dois dias pesquisei na internet por promoções, lançamentos, novas tecnologias, enfim, já que estou na chuva, por que não me molhar um pouco? Encontrei!
No site da "Ponto Frio", havia uma ótima promoção, afinal o "google" fez todo o trabalho de pesquisa para mim, esforço reduzido (tecnologia). Mas pelo site eu teria de esperar pelo menos 5 dias para receber minha televisão, então fui à loja para me certificar se a promoção do site se estendia para os demais canais de venda, e constatei que não, até aqui tudo certo. Eu estava disposto a pagar até um pouco mais para ter o produto no ato, afinal, sem TV não dá. Mas cogitei com o vendedor se eu conseguiria algum desconto, caso contrário optaria pela compra através do site (barganha, pexinxa, essas coisas) então começou:
Vendedor: "mas seu Renato, o Ponto Frio terceirizou o serviço de entrega, você não sabe como o produto pode chegar?" - "Na compra pelo site você não terá as mesmas vantagens de garantia do qeu na loja" - "Quanto tempo demora a entrega?"
Não tive coragem de comprar mais na Ponto Frio, afinal, que garantias tenho eu se o vendedor está super desconfiado da própria empresa?
E ainda não acabou, ao perceber que eu não estava mais interessado em comprar com ele a TV, começou a me tratar mal, fiquei sem entender.
Será que uma rede tão grande quanto a Ponto Frio pode estar tão desinteressada no cliente como no episódio ocorrido comigo na cidade de Rio do Sul, SC? O desalinhamento entre a empresa e seus vendedores é tamanho que, tenho quase certeza de que esta história se repete em outros pontos da rede.
Não dá mais para tolerar que nos dias de hoje, com tamanha concorrência, haja tamanha displicência para com o cliente.
O nome condiz com a realidade - O Ponto é muito FRIO...
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Não seja refém do acaso...
Cara... quanta gente comete o erro de não vislumbrar projetos pessoais, ou não imaginar-se em algum trabalho que não o que faz, e quantos casos como o relatado no case abaixo?
Vale refletir...
Por Júlio Sergio Cardozo
Você está preparado para o inesperado? Para viver melhor seu futuro? Tem um plano B para enfrentar o imprevisível?
Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única opção era encontrar uma colocação. E rápido.
Semana passada, ele me liga. A urgência se transformou em desespero. Perdeu a conta de quantos currículos havia enviado, dos contatos que havia travado. Sua incansável busca não havia surtido efeito e me disse: - Julio, quando você está empregado, ofertas de emprego não faltam. Quando você está fora, nem acha esses contatos que um dia tanto cobiçaram o seu passe.... (Continua em http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=1422 )
Vale refletir...
Por Júlio Sergio Cardozo
Você está preparado para o inesperado? Para viver melhor seu futuro? Tem um plano B para enfrentar o imprevisível?
Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única opção era encontrar uma colocação. E rápido.
Semana passada, ele me liga. A urgência se transformou em desespero. Perdeu a conta de quantos currículos havia enviado, dos contatos que havia travado. Sua incansável busca não havia surtido efeito e me disse: - Julio, quando você está empregado, ofertas de emprego não faltam. Quando você está fora, nem acha esses contatos que um dia tanto cobiçaram o seu passe.... (Continua em http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=1422 )
"Novo" papel do vendedor...
Bom, nem tão novo assim. O vendedor, já há muito deixou de se denominar como tal e passou a ser considerado como um consultor. Muitos se consideram, o que é obvio que não é verdade. Ainda há muita gente desinteressada, que enxerga a atividade de vendas com um "bico" até achar coisa melhor para fazer. Mas aqueles que tem se profissionalizado, tem buscado um relacionamento mais estreito com seus stakeholders, sobretudo seus clientes, estes sim podem ser considerados consultores. O cliente busca a solução para seus problemas, sejam estes da ordem que forem, e quando percebem que podem contar com determinado vendedor, passam a confiar muito nesta pessoa e automaticamente vem o resultado, tanto para o cliente como para o vendedor/consultor.
Abaixo segue um quadro que compara o vendedor ao consultor de vendas.

FUTRELL, C.M. Vendas : Fundamentos e Novas Práticas de Gestão, São Paulo, Saraiva, 2008
Abaixo segue um quadro que compara o vendedor ao consultor de vendas.

FUTRELL, C.M. Vendas : Fundamentos e Novas Práticas de Gestão, São Paulo, Saraiva, 2008
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Lojas em postos de gasolina chamam a atenção das grandes redes
Por Rayane Marcolino, do Mundo do Marketing 25/08/2010
rayane@mundodomarketing.com.br
Conforto, praticidade e variedade. Esses são os principais motivos pelos quais as lojas de conveniência têm ganhado cada vez mais unidades pelo país. De olho nesse crescimento, grandes redes de food service como Bob’s, Spoleto e Casa do Pão de Queijo, ou até empresas que nada teriam a ver com o conceito inicial de “conveniência”, aproveitam a proximidade do público para alavancar negócios, caso da CVC, da Americanas Express e 5 à Sec.
Além das lojas das próprias distribuidoras de combustíveis como a BR Mania, da Petrobras, e a AM / PM, da Ipiranga, a associação com marcas famosas parece agradar tanto aos donos das lojas e aos consumidores, quanto aos proprietários dos postos. Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro, os postos de combustíveis realizam 2,5 bilhões de operações de abastecimento por ano, com faturamento de mais de R$ 162 bilhões. Quando esses estabelecimentos passam a agregar em seus espaços lojas de conveniência, o resultado pode ser entre 15% e 30% maior.
Criada na década de 1920, nos Estados Unidos, a loja de conveniência foi rapidamente aceita pelo consumidor, que se sentiu atraído pela facilidade de encontrar produtos em horários e espaços fora do varejo tradicional. Hoje no Brasil existem cerca de seis mil lojas desse tipo, o equivalente a uma presença em 17% dos postos do país. Número que deve crescer rapidamente em vista aos investimentos que estão sendo feitos no canal.
Tendências e novidades
“Esse mercado está muito prestigiado e seguindo tendências que não eram esperadas, como a de servir almoço e jantar, o que tem sido o maior investimento das grandes redes”, afirma Luiz Felizardo Barroso, autor do livro “Conveniência & Franchising – O canal do varejo contemporâneo. Franquia de postos de serviços”, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Investindo nessa tendência, está o Spoleto. A rede de fast food italiano possui seis unidades localizadas em postos de combustíveis do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Brasília. “As pessoas procuram ambientes mais tranquilos com benefícios, como chegar rápido e estacionamento, o que muitas vezes é mais fácil de encontrar em postos do que em shoppings”, afirma Renata Rouchou, Diretora de Expansão da Umbria dona das marcas Spoleto e Domino’s Brasil.
Para estar mais acessível ao consumidor, a rede adaptou seus serviços para os espaços das conveniências. Com cerca de 15m² a menos que as unidades tradicionais, as novas lojas não trabalham com a frigideira que os consumidores do Spoleto estão acostumados. Nesse caso, os ingredientes combinados pelo cliente vão ao forno e são gratinados. “Além do custo reduzido, também evitamos o uso do gás no ambiente perto de combustíveis”, explica a executiva.
Localização é fator importante
O lucro nesses pontos-de-venda é menor do que em shoppings, mesmo assim é satisfatório e até surpreendente para a rede que espera estar em 5% das lojas de conveniência de todo o Brasil em cinco anos. “Nossa primeira loja em postos de gasolina começou vendendo R$ 80 mil mensais. Hoje, ela empata com unidades de shoppings, lucrando R$ 100 mil”, exemplifica Renata.
Algumas das unidades do Spoleto estão presentes em “pracinhas” de alimentação nos postos de gasolina. Nos locais com 50 lugares, alguns cafés e redes se juntam em versões menores para oferecer seus produtos aos consumidores. Nesse ambiente, também se encontram algumas lojas do Bob’s. Presente em postos de gasolina desde 1997, a rede possui 53 unidades neste formato.
“Investimos no segmento porque identificamos nos postos a oportunidade de ampliarmos nossa atuação em pontos muito bem localizados”, explica Flávio Maia, Diretor de Desenvolvimento e Franquias da BFFC, controladora da rede de fast food. Pensando ainda em facilidade, principal atrativo dos pontos de conveniência, o Bob’s criou o BExpress by Bob’s, que oferece sanduíches prontos e semiprontos para serem aquecidos na hora.
Além do Food Service
Com 12 unidades do serviço recém-criado espalhadas pelo Rio de Janeiro, a rede fechou ainda negócio com a Shell, que garante exclusividade do serviço em postos da empresa até o fim do ano que vem. Especialmente para ficarem dentro das lojas de conveniência, o BExpress em formato de “torre” facilita o trabalho nos espaços. “Investimos nesse segmento porque o retorno que temos é muito grande. Nossa análise mostra que o Bob’s é responsável por 50% das vendas nas lojas em que está presente”, completa Maia.
Embora o Food Service seja a categoria que traga o maior lucro para os postos de combustíveis, empresas de outros ramos também investem em pontos-de-venda nesses locais. É o caso da CVC. A operadora de turismo presente em shoppings e hipermercados abriu sua primeira unidade de conveniência há três meses.
“Além de atrativos como conforto e segurança, essas lojas são vistas 24 horas por dia e funcionam fora dos horários convencionais”, afirma Rodermil Pizzo, Gerente da CVC e idealizador do projeto que já conta com mais duas outras unidades e deve ganhar outras 10 em breve. “Os resultados obtidos na nossa primeira unidade em um posto foram melhores do que as dos shoppings”, conta Pizzo.
Regularização do setor
Apesar de chamar a atenção do mercado, especialistas garantem que esse segmento ainda engatinha no Brasil. Segundo dados da Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes), enquanto as lojas de conveniência estão presentes em 17% dos postos brasileiros, nos Estados Unidos esse número chega a quase 100%. “Mas não precisamos ir tão longe, na Argentina e no Chile a conveniência está presente em cerca de 50% dos postos”, afirma Flávio Franceschetti, consultor do Sindicom.
Os hábitos dos brasileiros, porém, devem modificar essa realidade. “Estamos alcançando os mesmos índices que os europeus quando o assunto é fazer refeição fora de casa, o que é um benefício para o nosso setor”, completa Renata Rouchou, do Spoleto.
Tendo em vista o crescimento do setor, o mercado busca a profissionalização, a excelência de seus serviços e a seu reconhecimento como um canal diferenciado. Sob as regras que regem o varejo em geral, as lojas de conveniência buscam que o segmento seja especificamente regulamentado. “Isso daria mais status às lojas, já que aquilo que ganha uma lei sempre passa a ter mais importância para a sociedade”, completa Felizardo Barroso.
rayane@mundodomarketing.com.br
Conforto, praticidade e variedade. Esses são os principais motivos pelos quais as lojas de conveniência têm ganhado cada vez mais unidades pelo país. De olho nesse crescimento, grandes redes de food service como Bob’s, Spoleto e Casa do Pão de Queijo, ou até empresas que nada teriam a ver com o conceito inicial de “conveniência”, aproveitam a proximidade do público para alavancar negócios, caso da CVC, da Americanas Express e 5 à Sec.
Além das lojas das próprias distribuidoras de combustíveis como a BR Mania, da Petrobras, e a AM / PM, da Ipiranga, a associação com marcas famosas parece agradar tanto aos donos das lojas e aos consumidores, quanto aos proprietários dos postos. Segundo informações da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro, os postos de combustíveis realizam 2,5 bilhões de operações de abastecimento por ano, com faturamento de mais de R$ 162 bilhões. Quando esses estabelecimentos passam a agregar em seus espaços lojas de conveniência, o resultado pode ser entre 15% e 30% maior.
Criada na década de 1920, nos Estados Unidos, a loja de conveniência foi rapidamente aceita pelo consumidor, que se sentiu atraído pela facilidade de encontrar produtos em horários e espaços fora do varejo tradicional. Hoje no Brasil existem cerca de seis mil lojas desse tipo, o equivalente a uma presença em 17% dos postos do país. Número que deve crescer rapidamente em vista aos investimentos que estão sendo feitos no canal.
Tendências e novidades
“Esse mercado está muito prestigiado e seguindo tendências que não eram esperadas, como a de servir almoço e jantar, o que tem sido o maior investimento das grandes redes”, afirma Luiz Felizardo Barroso, autor do livro “Conveniência & Franchising – O canal do varejo contemporâneo. Franquia de postos de serviços”, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Investindo nessa tendência, está o Spoleto. A rede de fast food italiano possui seis unidades localizadas em postos de combustíveis do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Brasília. “As pessoas procuram ambientes mais tranquilos com benefícios, como chegar rápido e estacionamento, o que muitas vezes é mais fácil de encontrar em postos do que em shoppings”, afirma Renata Rouchou, Diretora de Expansão da Umbria dona das marcas Spoleto e Domino’s Brasil.
Para estar mais acessível ao consumidor, a rede adaptou seus serviços para os espaços das conveniências. Com cerca de 15m² a menos que as unidades tradicionais, as novas lojas não trabalham com a frigideira que os consumidores do Spoleto estão acostumados. Nesse caso, os ingredientes combinados pelo cliente vão ao forno e são gratinados. “Além do custo reduzido, também evitamos o uso do gás no ambiente perto de combustíveis”, explica a executiva.
Localização é fator importante
O lucro nesses pontos-de-venda é menor do que em shoppings, mesmo assim é satisfatório e até surpreendente para a rede que espera estar em 5% das lojas de conveniência de todo o Brasil em cinco anos. “Nossa primeira loja em postos de gasolina começou vendendo R$ 80 mil mensais. Hoje, ela empata com unidades de shoppings, lucrando R$ 100 mil”, exemplifica Renata.
Algumas das unidades do Spoleto estão presentes em “pracinhas” de alimentação nos postos de gasolina. Nos locais com 50 lugares, alguns cafés e redes se juntam em versões menores para oferecer seus produtos aos consumidores. Nesse ambiente, também se encontram algumas lojas do Bob’s. Presente em postos de gasolina desde 1997, a rede possui 53 unidades neste formato.
“Investimos no segmento porque identificamos nos postos a oportunidade de ampliarmos nossa atuação em pontos muito bem localizados”, explica Flávio Maia, Diretor de Desenvolvimento e Franquias da BFFC, controladora da rede de fast food. Pensando ainda em facilidade, principal atrativo dos pontos de conveniência, o Bob’s criou o BExpress by Bob’s, que oferece sanduíches prontos e semiprontos para serem aquecidos na hora.
Além do Food Service
Com 12 unidades do serviço recém-criado espalhadas pelo Rio de Janeiro, a rede fechou ainda negócio com a Shell, que garante exclusividade do serviço em postos da empresa até o fim do ano que vem. Especialmente para ficarem dentro das lojas de conveniência, o BExpress em formato de “torre” facilita o trabalho nos espaços. “Investimos nesse segmento porque o retorno que temos é muito grande. Nossa análise mostra que o Bob’s é responsável por 50% das vendas nas lojas em que está presente”, completa Maia.
Embora o Food Service seja a categoria que traga o maior lucro para os postos de combustíveis, empresas de outros ramos também investem em pontos-de-venda nesses locais. É o caso da CVC. A operadora de turismo presente em shoppings e hipermercados abriu sua primeira unidade de conveniência há três meses.
“Além de atrativos como conforto e segurança, essas lojas são vistas 24 horas por dia e funcionam fora dos horários convencionais”, afirma Rodermil Pizzo, Gerente da CVC e idealizador do projeto que já conta com mais duas outras unidades e deve ganhar outras 10 em breve. “Os resultados obtidos na nossa primeira unidade em um posto foram melhores do que as dos shoppings”, conta Pizzo.
Regularização do setor
Apesar de chamar a atenção do mercado, especialistas garantem que esse segmento ainda engatinha no Brasil. Segundo dados da Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes), enquanto as lojas de conveniência estão presentes em 17% dos postos brasileiros, nos Estados Unidos esse número chega a quase 100%. “Mas não precisamos ir tão longe, na Argentina e no Chile a conveniência está presente em cerca de 50% dos postos”, afirma Flávio Franceschetti, consultor do Sindicom.
Os hábitos dos brasileiros, porém, devem modificar essa realidade. “Estamos alcançando os mesmos índices que os europeus quando o assunto é fazer refeição fora de casa, o que é um benefício para o nosso setor”, completa Renata Rouchou, do Spoleto.
Tendo em vista o crescimento do setor, o mercado busca a profissionalização, a excelência de seus serviços e a seu reconhecimento como um canal diferenciado. Sob as regras que regem o varejo em geral, as lojas de conveniência buscam que o segmento seja especificamente regulamentado. “Isso daria mais status às lojas, já que aquilo que ganha uma lei sempre passa a ter mais importância para a sociedade”, completa Felizardo Barroso.
sábado, 14 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
José Alencar Gomes da Silva...http://programadojo.globo.com/programa/tag/jose-alencar/
Baita entrevista no Jô ontem, 03/08. Grande personalidade, digno de modelo para muitos. Sua trajetória merece sim um livro, apesar de ele achar que ninguém se interessaria, creio que esteja muito enganado.
Vale à pena vê-la novamente.
Vale à pena vê-la novamente.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Dilma, o quê?
"Dilma já não é mais ROUSSEFF. Formalmente é, mas, no novo rosto, está mais para Dilma Magalhães, Dilma Moraes, Dilma Prado; a guerrilheira renegou o passado às recomendações de marqueteiros fanfarrões.
E a justificativa para os procedimentos a que se submeteu durante suas férias de 3 semanas no final do ano, com "debut" escolhido microcirurgicamente a laser na abertura da feira Couromoda em São Paulo... é que os grandes vencedores nas últimas eleições no país e no mundo também se repaginaram, degeneraram, renegaram o passado, em rostos novos e que não queriam dizer nada além de um ponto de exclamação seguido por um de admiração e espanto."
Bom, este é apenas um trecho do livro Marketing Trends, de Francisco Alberto Madia de Souza, que no segundo capítulo faz, na minha opinião, uma brilhante reflexão sobre a forte tendência dos candidatos em mostrarem um "belo" lado inexistente, ao invés de se mostrarem verdadeiros, autênticos e consistentes, coisa rara de se esperar de algum político hoje em dia. Superficialidade plástica.
Para tanto, reflita!
E a justificativa para os procedimentos a que se submeteu durante suas férias de 3 semanas no final do ano, com "debut" escolhido microcirurgicamente a laser na abertura da feira Couromoda em São Paulo... é que os grandes vencedores nas últimas eleições no país e no mundo também se repaginaram, degeneraram, renegaram o passado, em rostos novos e que não queriam dizer nada além de um ponto de exclamação seguido por um de admiração e espanto."
Bom, este é apenas um trecho do livro Marketing Trends, de Francisco Alberto Madia de Souza, que no segundo capítulo faz, na minha opinião, uma brilhante reflexão sobre a forte tendência dos candidatos em mostrarem um "belo" lado inexistente, ao invés de se mostrarem verdadeiros, autênticos e consistentes, coisa rara de se esperar de algum político hoje em dia. Superficialidade plástica.
Para tanto, reflita!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Regulamentação da profissão de Marketing recebe primeira aprovação
Saiu hoje no "Mundo do Marketing", artigo referente à legalização da profissão. Vale a leitura.
Há muito por acontecer ainda.
http://www.mundodomarketing.com.br/9,14932,regulamentacao-da-profissao-de-marketing-recebe-primeira-aprovacao.htm
Boa leitura!
Há muito por acontecer ainda.
http://www.mundodomarketing.com.br/9,14932,regulamentacao-da-profissao-de-marketing-recebe-primeira-aprovacao.htm
Boa leitura!
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