segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Frase...

"Sempre que lhe perguntarem se voce pode fazer um trabalho, diga sim e, imediatamente, concentre-se em aprender como se faz"
Franklin D. Roosevelt (1882-1945) ex presidente dos EUA.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

More pictures..





























Estas sao algumas imagens nossas mesmo, apenas para atualizar, quando voltar farei da maneira correta, mais organizado.
Mas segue o observatorio de Arecibo (maior do planeta), com o nobel Josef H Taylor Jr., e o forte El Morro.










terça-feira, 16 de novembro de 2010

Old San Juan - Puerto Rico...

Porto Rico (em espanhol: Puerto Rico), oficialmente Estado Livre Associado de Porto Rico (espanhol: "Estado Libre Asociado de Puerto Rico") é um território autonômo dos Estados Unidos, localizado na parte oriental do mar das Caraíbas, a leste da República Dominicana e no oeste das Ilhas Virgens. Porto Rico é composto por um arquipélago, que inclui a ilha principal de Porto Rico e uma série de ilhas menores, a maior das quais são Vieques, Culebra e Mona. A ilha principal de Porto Rico é a menor em área terrestre e a menor em população entre as quatro Grandes Antilhas, que também incluem Cuba, Hispaniola e a Jamaica.











É um lugar de belezas naturais, excepcionalmente bonito. Vale muito a visita. Pena o servico local, que deixa um pouco a desejar, é preciso um pouco de paciência na hora de sair para comer ou beber. O preco é acessível, nada extravagante. Poderiam ganhar muito mais com o turismo, repito, se ñ fosse o servico.




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Viagem...

Após longo tempo de preparo, planejamento, e, claro, juntando grana, vamos enfim viajar para o Caribe, embarque hoje mesmo...
Logo postarei mais...

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Pesquisas mil...

Será que os resultados das pesquisas que vemos são confiáveis? Vimos há pouco que o erro nas pesquisas eleitorais para presidente foi grande. Fica a pergunta: tamanha diferença foi ou não proposital, tinha ou não intenção influenciadora?
Bom, mas não é sobre as eleições meu interesse, comento o tema "pesquisa" para questionar o que vem sendo feito na iniciativa privada. Muitas empresas têm oferecido seus serviços com a justificativa de identificar o posicionamento da empresa/marca frente a concorrência. Até aqui tudo bem, oferecer um serviço faz parte da livre iniciativa do mercado. O que não convém, e que acontece na maioria dos casos, é que tais serviços não condizem com o que é oferecido e não fornecem, quando fornecem, dados confiáveis ao contratante.
Sem contar os péssimos profissionais e desqualificadas empresas, ainda devo citar Francisco A. Madia de Souza, que diz "a velha, estática, pontual e fotográfica pesquisa de mercado está morta". Ou seja, não podemos mais questionar se o cliente gosta ou não de determinada marca, se conhece, quais suas experiências, etc. O que deve ser feito é apenas observar, analisar seus hábitos, costumes, relacionamentos, tudo muito mais fácil hoje, é a chamada Inteligência de Mercado, "nesse sentido, o monitoramento e o acompanhamento sensível e inteligente das redes sociais tornam-se uma providência obrigatória".
Enfim, no momento optei por não mais confiar em muitas das pesquisas que me são ofertadas, mesmo como espectador, afinal, quando alguém divulga um dado ele tem um cliente para aquele dado, o público de modo geral.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Evitando o Precipício...

O título sugere que evitaremos o precipício por meio de algumas ferramentas, mas na verdade eu prefiro, prevendo o precipício, pois Colins aponta 5 formas de identificar quando a sua empresa está se encaminhando para ele, o precipício. Boa leitura!
Como já diz o ditado: “é necessário um mar revolto para forjar um grande capitão”. E justamente partindo desta premissa, o administrador e consultor Jim Collins criou a sua recente obra “Como os gigantes caem”, na qual retrata como organizações líderes em suas áreas podem despencar da excelência para a irrelevância.

Diferentemente do imaginário comum, o autor acredita que as empresas não caem por uma questão de complacência ou preguiça. “Ao analisar as evidências, comprovamos que em um declínio, o padrão principal é extrapolar os limites”, avalia Collins em entrevista à revista argentina Gestión.

Mas extrapolar os limites torna-se subjetivo demais para o mundo dos negócios. Por isso, Collins acredita que “se tivesse de escolher um indicador que me dissesse se estou no caminho certo ou na curva de declínio, é óbvio que analisaria o retorno sobre o investimento, a retenção dos clientes e o fluxo de caixa, mas o que mais estudaria seria o percentual de postos-chave ocupados pelas pessoas certas, se ele aumenta ou baixa”.

Para evitar a queda ao precipício, a obra do autor pontua 5 sinais vitais de um possível declínio. São eles:

1) Excesso de confiança por um sucesso conquistado

De acordo com o estudo realizado para o livro, a crença de que uma estratégia bem-sucedida não deve ser renovada pode causar grandes prejuízos. Administradores que inovaram de forma contínua o modelo de negócio conseguiram superar aqueles que estagnaram em velhos modelos, que uma vez foram eficientes.

Um estudo de caso neste item é a Motorola, que mesmo diante dos avanços dos aparelhos celulares, continuou apostando no sucesso do StarTac.

2) Busca desordenada pelo crescimento

Normalmente, as companhias de sucesso investem em diferentes frentes ao mesmo tempo, na tentativa de acelerar o crescimento e superar a própria gestão. Este pode ser o vilão de muitas organizações, quando a companhia cresce mais rápido do que sua habilidade de preencher as posições-chave com as pessoas certas.

Alguns sinais de que a empresa está caminhando para esta direção são negligência do corebusiness, investimento em segmentos onde não é líder, apostar em ações que vão além dos recursos financeiros, entre outros.

Um caso mencionado na obra foi o da Varejista Ames, que para competir com a Wall-Mart decidiu que dobraria de tamanho em apenas 12 meses. Para isso fez uma aquisição gigantesca e desastrosa.

3) Negação do risco

Quando as empresas sofrem de miopia e começam atrelar resultados ruins a causas externas, como mercado, concorrência, momento, crise, etc, este é um sinal de que não se está avaliando os fatores de insucesso sob o ponto de vista interno da empresa. Isto leva muitas companhias à beira do precipício.

Como foi o caso da IBM, que no limite do negócio de mainframes recebeu um relatório de um dos diretores sobre as ameaças e perigos, que não foi considerado.

4) Corrida pela salvação

De acordo com o autor, ainda é possível evitar a queda se identificá-la até este ponto. Neste estágio, o declínio do negócio, geralmente, já é evidente e as companhias buscam soluções pouco sustentáveis, como líderes visionários, estratégias ousadas não testadas, transformações radicais.

As dicas que Collins dá para os líderes de empresas que estão neste estágio são: foco e cautela.

O case característico desta situação foi quando a ex-CEO da HP, Carly Fiorina, tomou a decisão desastrada de adquirir a Compaq, fusão que não trouxe os resultados esperados e culminou na demissão da executiva.

5) Irrelevância

Este estágio já é o fundo do precipício, em que as companhia já perderam a estabilidade financeira e os talentos, o que pode trazer três consequencias: venda, falência ou insignificância. Prova disto é o caso da Scott Paper, que foi comprada pela líder Kimberly-Clark.

Faça uma reflexão sobre a sua empresa e para cada um dos sinais de declínio monte uma matriz de análise da sua companhia:

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Segundo turno...

Talvez o "povo" esteja acordando para o que não deve acontecer neste país. Não tenho interesse em candidato algum, acontece que não dá mais para apoiar alguém que proclama aos quatro ventos que para ser alguém na vida não é preciso estudar, até para ser presidente não é preciso de diploma. É óbvio que não, ter diploma não nos qualifica como pessoas melhores, mas nos capacita, nos dá segurança e ferramentas para enfrentar com preparo as adversidades, não nos deixando fazer papel de meros bobos da corte. Tá na hora de acordar mesmo, de refletir e parar de apoiar quem, nem nosso apoio deseja, alguém que quer apoio para o, então, antigo presidente, Lula. Quem é Dilma? Sombra de quem mesmo?

É bom pensarmos à respeito.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Ponto FRIO, bota frio nisso!!!

Eu me encontro no meio de um processo muito complicado. O que para muitas pessoas é uma tarefa agradável, para mim no momento está sendo uma "tormenta"...está bem, exagerei um pouco. A história:
Minha televisão queimou na semana passada, não tem conserto. Na verdade o tecnico me disse que o conserto seria tão caro quanto comprar uma nova televisão, então aceitei seu concelho e fui à luta.
Durante dois dias pesquisei na internet por promoções, lançamentos, novas tecnologias, enfim, já que estou na chuva, por que não me molhar um pouco? Encontrei!
No site da "Ponto Frio", havia uma ótima promoção, afinal o "google" fez todo o trabalho de pesquisa para mim, esforço reduzido (tecnologia). Mas pelo site eu teria de esperar pelo menos 5 dias para receber minha televisão, então fui à loja para me certificar se a promoção do site se estendia para os demais canais de venda, e constatei que não, até aqui tudo certo. Eu estava disposto a pagar até um pouco mais para ter o produto no ato, afinal, sem TV não dá. Mas cogitei com o vendedor se eu conseguiria algum desconto, caso contrário optaria pela compra através do site (barganha, pexinxa, essas coisas) então começou:
Vendedor: "mas seu Renato, o Ponto Frio terceirizou o serviço de entrega, você não sabe como o produto pode chegar?" - "Na compra pelo site você não terá as mesmas vantagens de garantia do qeu na loja" - "Quanto tempo demora a entrega?"
Não tive coragem de comprar mais na Ponto Frio, afinal, que garantias tenho eu se o vendedor está super desconfiado da própria empresa?
E ainda não acabou, ao perceber que eu não estava mais interessado em comprar com ele a TV, começou a me tratar mal, fiquei sem entender.
Será que uma rede tão grande quanto a Ponto Frio pode estar tão desinteressada no cliente como no episódio ocorrido comigo na cidade de Rio do Sul, SC? O desalinhamento entre a empresa e seus vendedores é tamanho que, tenho quase certeza de que esta história se repete em outros pontos da rede.
Não dá mais para tolerar que nos dias de hoje, com tamanha concorrência, haja tamanha displicência para com o cliente.
O nome condiz com a realidade - O Ponto é muito FRIO...

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Não seja refém do acaso...

Cara... quanta gente comete o erro de não vislumbrar projetos pessoais, ou não imaginar-se em algum trabalho que não o que faz, e quantos casos como o relatado no case abaixo?

Vale refletir...

Por Júlio Sergio Cardozo

Você está preparado para o inesperado? Para viver melhor seu futuro? Tem um plano B para enfrentar o imprevisível?
Há pouco mais de um ano, recebi em meu escritório a visita de um grande amigo. Ele acabara de ser demitido e começava ali a maratona por um novo emprego. Mesmo com um bom dinheiro para receber, tinha urgência. Aos 50 anos, com a família para sustentar e uma dívida gigantesca nas costas, sua única opção era encontrar uma colocação. E rápido.
Semana passada, ele me liga. A urgência se transformou em desespero. Perdeu a conta de quantos currículos havia enviado, dos contatos que havia travado. Sua incansável busca não havia surtido efeito e me disse: - Julio, quando você está empregado, ofertas de emprego não faltam. Quando você está fora, nem acha esses contatos que um dia tanto cobiçaram o seu passe.... (Continua em http://www.gestopole.com.br/article.php?article_id=1422 )